domingo

sente comigo a força dessa música...


A FORÇA DA VIDA!!!


Ainda quando "caímos fora"
Por raiva ou por covardia, por causa de um amor inconsolável
Ainda quando a casa é o lugar mais inabitável
E choras e não sabes o que queres
Acredite que há uma força em nós, meu amor
Mais forte do que um relâmpago, do que este mundo irracional e inútil
Mais forte que uma morte incompreensível
E do que esta nostalgia que não nos larga mais
Quando tocares lá no fundo
De repente sentiras a força da vida que trazes contigo,
Amor não sabes, verás, existe uma saída
Ainda quando comes com dor
E no silencio sentes o coração, como um rumor insuportável
E não queres mais levantares, O mundo está inatingível
E ainda que a esperança já não seja suficiente
Existe uma vontade que esta morte desafia
É a nossa dignidade, a força dessa vida
Que não pergunta mais o que é a eternidade
Ainda que haja quem a ofenda ou que a venda
Quando sentiras que segura em teus dedos
A reconhecerás, a força da vida que trazes contido,
Não deixes ir embora mais, não me deixes sem você
Ainda dentro das prisões da nossa hipocrisia
Ainda no fundo do hospital nessa nova doença
Existe uma força que te guarda e que reconhecerás
É a força mais teimosa que existe em nós
Que sonha e não entrega mas
É a vontade, mais frágil e infinita, a nossa dignidade
(meu amor) é a força da vida
Que não pergunta mais, o que é a eternidade
Mas que luta todos os dias conosco, até não ter fim
Quando sentiras (a força dentro de nós)
Que seguras em teus dedos (meu amor antes ou depois)
A reconhecerás (a sentirás)
A força da vida
Que trazes contigo, que sussurra no seu interior:
"Veja quanta vida ainda existe!"



FALAR PRA QUE!
SE ELA FALA POR SI SÓ!

ETERNAMENTE RENATO RUSSO





"antes de morrer pediu ao pai prova de amor".

RENATO RUSSO DO CÉU AO INFERNO- Na semana em que o roqueiro faria 40 anos, amigos contam quando e com quem ele contraiu Aids e a família relata a história de Giuliano, o filho que chegou a ser noticiado como adotado
O ícone Renato Russo tinha um relacionamento difícil com os pais: Dona Carminha só soube que o filho tinha Aids pela TV
O cantor e compositor Renato Russo sempre surpreendeu. Aos 18 anos, fez a mãe empalidecer ao revelar que era homossexual. “Mãe, não vou casar com a Ana Paula, porque acho os homens interessantes”, admitiu ele, referindo-se à então namorada, uma fotógrafa, filha de um almirante. “Meu chão foi lá embaixo”, lembra hoje a professora aposentada Maria do Carmo Manfredini, 62 anos. “Parei um minuto para rezar: Meus Deus, o que faço agora?” Dona Carminha, como é conhecida, então respondeu a Russo, angustiado com o silêncio da mãe: “Está bem, filho, mas só não me traga homem para dentro de casa”.
Renato Russo surpreendeu os pais, amigos, fãs e a música brasileira não apenas enquanto viveu. Morto há três anos e meio, o líder da banda Legião Urbana permanece aclamado como mito do rock nacional. Na segunda-feira 27, faria 40 anos. Mesmo sem existir mais, a Legião é o grupo de rock que mais vende discos. Este mês, seu CD Acústico MTV, lançado em outubro de 1999, com um milhão de cópias, está em segundo lugar entre os mais vendidos – perde para Sandy & Júnior, em São Paulo, e Roberto Carlos, no Rio. De 1995 até agora, a Legião vendeu 10,2 milhões de cópias e os três discos-solo de Russo, 2 milhões. Renato Russo ferve em 140 sites da internet sobre a Legião.“Garotos de 13 anos o estão conhecendo e virando fãs fervorosos”, diz Simone Assad, jornalista e fã que coordenou, de Nova Friburgo, no interior do Estado do Rio, a edição do livro Renato Russo de A a Z, lançado em janeiro pela Editora Letra Livre, um dicionário com frases do cantor, com 453 verbetes. O jornalista carioca Arthur Dapieve prepara para setembro uma biografia. Seus pais, o funcionário aposentado do Banco do Brasil Renato Manfredini, 75 anos, e Maria do Carmo, lançarão um livro com os rascunhos de quando o filho compunha.
Boa parte dos manuscritos continuarão inéditos, se depender do casal Manfredini, responsável pelo espólio do filho. No apartamento do artista em Ipanema, no Rio, os pais guardam pequenas peças de teatro e letras inéditas. Os diários que escreveu até o fim da vida, em inglês, são intocados. “Enquanto vivermos e tivermos controle sobre as coisas de Júnior (Russo era Renato Manfredini Júnior), ninguém mexe nos diários”, diz a mãe. O casal prevê problemas com a biografia escrita por Dapieve.
“Não autorizaremos que o livro trate de coisas íntimas da vida de Júnior”, avisa Carminha. Dapieve acredita que superará a resistência dos pais. Segundo o jornalista, a carência de Russo levou-o a se entregar ao álcool e às drogas. “Ele tomava Cointreau em copo de requeijão em um só gole”, conta.

“Quando namorava um rapaz chamado Lui, tentou suicídio para chamar a atenção dele.” Nos últimos meses de vida, Renato desistiu de tomar AZT. Uma amiga, que prefere não se identificar, acrescenta que, um mês antes de morrer, o roqueiro pedia a presença do pai:
“Ele queria provas do amor do pai e de que ele o aceitava como gay e alcoólatra.”
Renato Manfredini mudou-se para o Rio ao saber da doença, dois meses antes de perder o filho. “O Júnior carregava o mundo nas costas”, diz ele. Não contou à mulher o que o próprio filho não ousara revelar à mãe. Ela soube pela tevê que o filho tinha Aids, horas depois da morte de Renato Russo, em 11 de outubro de 1996. “À noite, ouvi na tevê: ‘Morreu hoje de Aids o cantor Renato Russo’. Foi um choque.
De manhã, declarei que meu filho tinha morrido de anorexia nervosa.” O respeito dos pais por sua opção sexual aproximou-o mais da família. Em 1988, ele assumiu publicamente a homossexualidade. A mãe não queria. “É para lutar contra o preconceito que vou fazer isso, mãe”, disse ele.
DEPRESSÃO No último mês de vida, Russo praticamente não comia. Só bebia água de coco. Saul Bteshe, 50 anos, seu médico por oito anos, conta que, nos primeiros meses após descobrir a doença, o artista reagiu com otimismo. “Perto de sua morte, caiu em depressão”, conta o médico, que tratava do cantor antes de ele ser infectado. Quando o cantor foi a seu consultório pela primeira vez, Bteshe desconhecia a Legião. “Ele perguntou se eu não o estava reconhecendo”, lembra Bteshe, que o acompanhou em shows na fase avançada da doença.
Russo soube que tinha Aids depois de ter namorado Robert Scott Hickmon, que o roqueiro conheceu em Nova York, em novembro de 1989. Morador de San Francisco, Scott era gay e tinha um namorado vítima da Aids. Russo e Scott viveram juntos alguns meses no Brasil, antes de o americano voltar para os Estados Unidos, no final de julho de 1990, quando usaram heroína juntos. “Foi fogo. O namorado do Scott estava em estado terminal de Aids e mesmo assim o Renato se envolveu com ele”, diz a amiga Leonice de Araújo Coimbra, a Léo, que estava com Russo em Nova York, em novembro de 1989, quando o romance começou. Em 1990, ela recebeu o músico em sua casa, em Brasília, que segurava o resultado de um exame. Chorando, abraçou forte a amiga e desabafou: “Sou HIV positivo”. Léo afirma: “Renato tinha certeza que pegou Aids do Scott. Ele foi embora e ninguém soube mais dele”. Russo nunca assumiu a Aids publicamente. Em 1992, perguntado por um jornalista, disse: “Não estou com Aids, que pergunta idiota”.


Domingo, 30 de janeiro de 2011

Memória
retirado do site isto é GENTE

cont...

Foi inspirado em Léo que Russo criou “Eduardo e Mônica”, seu primeiro grande sucesso. “Chegamos a brigar por telefone porque ele queria parar de tomar os remédios que o mantinham vivo”, conta ela, artista plástica, 41 anos. Léo morava no Equador e fez as pazes com Russo um dia antes de sua morte. Ele lhe telefonara para ler a letra de “Uma Outra Estação”, que havia composto para a amiga – à época, ela morava perto dos vulcões citados na música. No dia seguinte, Léo voltou a ligar. Só o ouviu na gravação da secretária eletrônica. Renato Russo tinha morrido. A notícia foi dada a ela pelo ex-marido, o jornalista Geraldinho Vieira, também amigo de Russo. Outro amigo, o empresário musical Luiz Fernando Borges, lembra que, no início de 1996, Renato fez uma despedida. Tomou um “porre homérico”, bebendo cinco dias sem parar. Logo depois, passou a tomar o coquetel anti-HIV. Borges nunca ouviu Renato dizer que tinha medo da morte, mas se irritava com os medicamentos. “Ele tinha muitas dores no estômago e enjôos”, recorda. Até hoje, ele vai ao apartamento do amigo. “O quarto dele está igualzinho. Os móveis, os quadros, está tudo lá.” Parte disso deve ser transferido para o memorial do cantor que será construído em Brasília. Borges teve autorização para fazer um documentário sobre Russo.




O FILHO Um mês antes de completar 29 anos, no Rio de Janeiro, Russo telefonou para a mãe em Brasília e fez suspense sobre uma novidade. Ela achou que era sua mudança para a Inglaterra. Russo tinha o sonho de gravar um disco lá. A surpresa veio a ser revelada na data do nascimento de seu filho, na noite de 29 de março de 1989. Da maternidade, ele ligou: “É menino, mãe!” Giuliano ganhou nome de santo, como prometera na música “Pais e Filhos”.Quando Russo morreu, aos 36 anos, foi noticiado que o filho era adotivo. A família reafirma a história contada por ele, de que tivera uma relação fugaz com Rafaela Bueno, uma fã carioca. Os pais da moça não apoiaram a gravidez. Na primeira semana de vida, Giuliano foi para as mãos da tia de Russo, Maria do Socorro de Oliveira, que morava na Ilha do Governador, na zona norte do Rio. Rafaela morreu num acidente um ano depois. Na mesma época, o artista mudou-se da Ilha – onde morou com os avós, a tia e Giuliano – e quis criar o menino em seu novo apartamento, em Ipanema. Os pais o convenceram a dar a guarda de Giuliano. Com 11 anos, ele mora com os avós em Brasília, os quais considera seus pais. Juvenal Pereira/AE .





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Aos 11 anos, na primeira-comunhão”
SEQÜESTRO Os pais de Russo não permitem que o menino seja fotografado. A proteção foi redobrada, a conselho da polícia, quatro meses após a morte de Russo. No apartamento do Bloco B da Superquadra Sul 303 do Plano Piloto, em Brasília, onde Giuliano morava desde o segundo ano de vida, Carminha recebeu uma denúncia anônima por telefone. A pessoa disse que Giuliano, então com 7 anos, seria vítima de um seqüestro. Assustada, ela correu ao Centro Educacional Maria Auxiliadora, onde o neto estudava, a um quilômetro de sua residência. O avô acionou o grupo anti-seqüestro da Polícia Militar. A polícia detectou pistas sobre um plano de seqüestro e descobriu que pessoas estranhas chegaram a acompanhar os passos de Giuliano. A família mudou de endereço.
Renato Russo adorava crianças. A família argumenta que, por isso, especulou-se que Giuliano seria filho adotivo. Na mesma época de seu nascimento, a tia de Russo levou para a casa da Ilha do Governador um bebê de nome Thaísa. “Ela era o xodó dele”, lembra sua mãe. Um dos segredos que o músico compartilhava com a mãe era o desejo de comprar uma casa e enchê-la de crianças órfãs. Meses após sua morte, a família descobriu atos generosos. Seus pais foram procurados por um jovem paraplégico desesperado com a morte do compositor. Relatou que desde que perdera o emprego, recebia ajuda financeira do roqueiro para manter seu tratamento. “Passeávamos em Nova York em 1989 quando Renato tirou do bolso um bolo de dinheiro para dar a um rapaz sentado na calçada, que segurava o cartaz: ‘Sou soropositivo’”, conta Léo. Isso aconteceu antes de saber que era soropositivo. A generosidade de Russo era unânime entre os amigos. A atriz Denise Bandeira, que foi sua namorada antes de ele definir-se pela homossexualidade, lembra que dar presente aos amigos era compromisso sério. “Antes de um aniversário, ele fazia uma pesquisa minuciosa sobre o presente mais adequado. Na dúvida, comprava vários”, conta. Para Denise, sua capacidade de ir de um extremo a outro era incrível: “Ele podia se atirar ao chão num show para 10 mil pessoas e depois, em casa, mergulhar concentrado em sonetos de Shakespeare”.
Juvenal Pereira/AE
Formado em Jornalismo, aos quatro anos ganhou o primeiro disco, dos Beatles. “Ele se trancava no quarto, colocava som alto, e eu, no quarto ao lado, aprendi tudo de rock com ele”, lembra a única irmã, Carmem Teresa. Ela canta spiritual, blues e jazz, no grupo brasiliense Spirituals de Porco. Três anos mais nova, não escapava das rédeas dele. “Ele era totalmente reacionário e protetor, coisas de irmão mais velho”, recorda. A ausência do irmão dói. “Não há um dia que não ouço alguma coisa na rua, uma música, ou vejo um filme, que não tenha vontade de falar com ele."

Domingo, 30 de janeiro de 2011


Memória ...retirado do site isto é GENTE

sábado



"A MINHA ESSÊNCIA SAÚDA A TUA ESSÊNCIA."

“Meditação é aventura, a maior aventura que a mente humana pode empreender. Meditação é simplesmente ser, sem nada fazer – nenhuma ação, nenhum pensamento, nenhuma emoção. Você apenas é, e é puro prazer. E de onde vem esse prazer, se você nada está fazendo? Não vem de lugar algum, ou vem de toda parte. Esse prazer não tem motivo. É que a existência é feita de uma matéria chamada alegria…” Osho

"Ame seu corpo e você irá sentir um tal relaxamento que você nunca sentiu antes. Amor é relaxamento. Quando existe amor, existe relaxamento. Se você ama alguém – se, entre você e ele ou entre você e ela, existe amor – então com o amor chega a música do relaxamento. Assim o relaxamento está presente.” Osho

texto retirado do site http://www.namaste.com.br/

quarta-feira

SIMPLES


Há quanto tempo não colhes uma flor silvestre e ficas, simplesmente, a olhar para ela? Simplesmente a olhar uma flor que é simples? Há quanto tempo não fazes isso? Em vez de viveres no passado, nas gigantes amarguras das escolhas erradas, e do que as pessoas supostamente te fizeram… Em vez de viveres no futuro, na ilusão ignóbil do que ainda vais fazer, e do que ainda vais ser. Pura e simplesmente colher uma flor simples e ficar simplesmente a olhar para ela. Sem passado nem futuro, sem planos nem ambições, sem mágoas ou ressentimentos. Simplesmente ali, a olhar uma flor simples. Sem cargas emocionais, sem dilemas, sem projecções ou adiamentos. Nada.Só ali. A olhar, simplesmente. Há quanto tempo? Esse é o segredo da vida. Encontrar coisas que te façam parar o tempo ou encontrar tempo para parar as coisas. Para simplesmente olhar para elas. Para simplesmente estar. Para simplesmente Ser.



O LIVRO DA LUZ – Pergunte, O Céu Responde de Alexandra Solnado
TÃO simples e tão complexo... que para nós se torna quase impossivel
pois deixar a mente vazia
não é algo que podemos
fazer em um passe de mágica
e conseguir apreciar a beleza
da vida em um ato
que pode durar uma fração de segundos
ou uma eternidade
pq para nós simples mortais
a necessidade de ter sempre mais
nos tornou insensiveis
aos grandes valores
sejam eles de fundo moral
ou mesmo a grosso modo de uma visão ótica estamos por muitas vezes
estáticos
e desapercebidos
do grande presente
que temos em nossas mãos
cabe a nós
optar pelo melhor caminho
o que Alexandra se refere
é o fato de deixarmos por um instante
tudo que nos rodeia e olhar para o nosso eu interior
assim nos entenderemos melhor
e partindo deste principio
teremos o direito a felicidade.
(memórias Viviane Vargas)

terça-feira

estranhos amores...



nos permitimos lágrimas...
alegrias...
esperanças...
AMOR
que nos tira do chão
nos causa sensações...
de espécies desconhecidas
e não vivemos sem ele
o buscamos mesmo que
muitos digam que não
a busca é infinita
e muitas vezes exaustiva
alguns também
dizem que esta tal palavra
não se busca
que simplesmente acontece
definições
temos
mas a verdade
sobre ela
está dentro de cada um de nós
julgamos da maneira que nos é cabivel
que de certa forma nos deixa confortavel
mas reprimi-la nunca!!!
tenha a intensidade total
demonstre...
diga o que sente!!!
não esconda
não se feche
sinta
sinta
e
sinta
quantas vezes a vida lhe permitir!
(autoria Viviane Vargas)

Pablo Alborán - Tanto (Videoclip oficial)

Ensine-me a tocar você lentamente Quero aprender a amar você novamente Sussurrar no seu ouvido, que posso Se você quiser, deixo-a p...